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Em uma clínica médica ou laboratório, a energia elétrica sustenta muito mais do que a iluminação. Afinal, ela mantém em operação equipamentos de diagnóstico, sistemas de refrigeração de vacinas e medicamentos, aparelhos de monitoramento e, em alguns casos, dispositivos diretamente ligados à segurança do paciente. Por essa razão, o gerador para clínica médica não é um item de conforto — é uma exigência técnica e, em muitos casos, legal.
Vale ressaltar que a ausência de um sistema de backup pode resultar em cancelamento de procedimentos, perda de insumos biológicos e, nos casos mais graves, risco direto à saúde de quem está sendo atendido. Além disso, estabelecimentos de saúde que operam sem backup de energia estão sujeitos a sanções da ANVISA e do conselho regional de medicina correspondente.
Neste artigo, portanto, você vai entender quais normas se aplicam ao seu estabelecimento, como dimensionar a potência correta e por que o aluguel é a solução mais prática para a maioria das clínicas.
A obrigatoriedade do sistema de backup em estabelecimentos de saúde está prevista em diversas regulamentações. Em primeiro lugar, a ABNT NBR 13534 — norma específica para instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde — exige que circuitos críticos, como suporte à vida e iluminação de emergência, tenham fonte de alimentação alternativa.
Da mesma forma, a RDC 50 da ANVISA, que trata do dimensionamento físico e técnico de estabelecimentos de saúde, prevê a necessidade de geração própria de energia em unidades com procedimentos cirúrgicos ou de alta complexidade. Consequentemente, clínicas cirúrgicas, centros de diagnóstico por imagem e laboratórios de análises clínicas se enquadram nessa exigência.
O que diz a NBR 5410 para clínicas
A NBR 5410, que regula instalações elétricas de baixa tensão no Brasil, também é aplicável. Nesse sentido, ela define critérios para circuitos essenciais e exige que a instalação do gerador seja feita por profissional habilitado, com laudo de conformidade registrado junto ao CREA.
Para dimensionar corretamente o gerador para clínica médica, é fundamental mapear todos os equipamentos que não podem ser interrompidos. Dessa forma, o levantamento deve incluir:
Vale ressaltar que equipamentos como tomógrafos e ressonâncias magnéticas consomem potência muito elevada na partida e frequentemente demandam circuitos dedicados e estabilizadores de tensão.
O dimensionamento da potência depende diretamente do porte e da especialidade da clínica. Por isso, o cálculo deve ser feito com base na soma de todas as cargas críticas, mais uma margem de segurança de 20% a 25%.
Como referência geral:
Nossa equipe técnica realiza o dimensionamento gratuitamente, com visita técnica ao local quando necessário.
Para a maioria das clínicas, o aluguel é mais vantajoso do que a compra. Em primeiro lugar, o investimento em um gerador de médio porte pode chegar a R$ 150.000 — capital que, nesse caso, seria imobilizado em um equipamento de uso eventual.
No modelo de aluguel, por outro lado, você conta com:
Além disso, a locadora assume a responsabilidade técnica pelo funcionamento do gerador — o que é especialmente relevante em ambientes regulados como estabelecimentos de saúde.
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