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Um gerador para centro de distribuição é um componente crítico da infraestrutura logística moderna. Afinal, centros de distribuição (CDs) operam com sistemas de automação, esteiras rolantes, leitores de código de barras, sistemas WMS (Warehouse Management System) e refrigeração de produtos que não podem ser interrompidos sem gerar perdas significativas.
Por isso, gestores de operações logísticas e engenheiros de infraestrutura precisam entender como dimensionar, instalar e operar um sistema de energia de emergência eficiente. Além disso, com o crescimento do e-commerce e a exigência de entregas cada vez mais rápidas, qualquer interrupção operacional tem impacto direto nos níveis de serviço acordados com clientes.
Nesse sentido, este artigo apresenta os principais aspectos técnicos e operacionais para implementar um sistema de geração de energia de emergência adequado para centros de distribuição de diferentes portes.
Identificar as cargas críticas é o primeiro passo para dimensionar um gerador para centro de distribuição. Afinal, nem todas as cargas precisam ser sustentadas durante uma falta de energia – é possível priorizar os sistemas essenciais para manter a operação básica.
Por exemplo, os sistemas de TI e telecomunicações – servidores WMS, redes, terminais de radiofrequência – geralmente consomem entre 10 kW e 50 kW. Além disso, sistemas de automação como esteiras, sorters e AGVs representam cargas significativas que variam amplamente conforme o nível de automação.
Consequentemente, a iluminação de emergência, sistemas de segurança (câmeras, alarmes, controle de acesso) e comunicações internas também devem ser incluídos no cálculo. Portanto, um levantamento detalhado de todas as cargas – com potência nominal e fator de utilização – é indispensável antes de especificar o gerador.
O custo de uma hora de interrupção em um centro de distribuição de médio porte pode ser substancial. Afinal, além do custo direto de produção perdida, há impactos em SLAs com clientes, possibilidade de perda de produtos perecíveis refrigerados e custos de reprocessamento de pedidos.
Além disso, para CDs que operam 24 horas, uma interrupção noturna pode gerar atrasos em entregas programadas para o dia seguinte. Por outro lado, o custo mensal de aluguel de um gerador adequado representa uma fração mínima do custo potencial de uma única interrupção significativa.
Vale ressaltar que seguradoras frequentemente exigem sistemas de energia de emergência como condição para cobertura de sinistros relacionados a perdas operacionais. Portanto, além da questão operacional, o gerador pode ser necessário para manter a cobertura do seguro.
O dimensionamento varia conforme o porte do centro de distribuição. Dessa forma, um CD de pequeno porte (3.000 m² a 10.000 m²) tipicamente necessita de um gerador entre 150 kVA e 400 kVA para cobrir cargas críticas.
Por outro lado, um hub logístico de grande porte (acima de 50.000 m²) com alto nível de automação pode necessitar de múltiplos geradores em configuração de redundância N+1, totalizando 1 MVA ou mais. Além disso, nesse caso é comum a implementação de sistemas de barramento duplo e UPS de alta potência para garantir qualidade de energia para equipamentos de TI sensíveis.
No entanto, para a maioria dos CDs de médio porte, um gerador entre 300 kVA e 600 kVA com TAE atende bem a demanda. Consequentemente, ao alugar, é importante avaliar se o fornecedor tem disponibilidade imediata de equipamentos nessa faixa de potência e capacidade de instalação rápida em caso de emergência.
Centros de distribuição que operam câmaras frigoríficas enfrentam um desafio adicional: a manutenção da cadeia do frio durante faltas de energia. Afinal, produtos alimentícios, farmacêuticos e cosméticos podem ser perdidos se a temperatura sair dos limites aceitáveis por mais de algumas horas.
Por isso, as cargas de refrigeração devem ter prioridade máxima no sistema de energia de emergência. Além disso, o gerador deve ser capaz de acionar os compressores de refrigeração, que têm corrente de partida elevada – tipicamente 5 a 7 vezes a corrente nominal – sem instabilidade de tensão.
Dessa forma, para CDs frigoríficos, recomenda-se a utilização de gerador com regulador automático de tensão (RAT) de alta precisão e sistema de soft-start para os compressores. Por outro lado, o consumo de energia de uma câmara frigorífica industrial pode variar de 50 kW a 500 kW, dependendo do volume e da temperatura de operação.
Ao selecionar um fornecedor para alugar gerador para centro de distribuição, alguns critérios são especialmente importantes. Por exemplo, a capacidade de resposta em emergências é fundamental para CDs que operam em turnos noturnos ou 24 horas.
Além disso, o fornecedor deve ter experiência específica com instalações industriais trifásicas e cargas com alta corrente de partida. Afinal, dimensionar e instalar um gerador para um CD é muito mais complexo do que para um escritório comercial. Consequentemente, erros no dimensionamento podem resultar em instabilidade de tensão e danos a equipamentos.
Por isso, a Alugar Gerador tem experiência no atendimento a centros de distribuição logísticos em toda a Grande São Paulo. Entre em contato com nossa equipe técnica para um levantamento personalizado e uma proposta de solução sob medida para sua operação.
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